Colina Jorge Barros: UMA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI) SEM CRÉDITO, SEM IDENTIDADE E SEM HONRA

O genial escritor Érico Veríssimo, em Solo de Clarineta, escrevera: Desde que, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que um escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos o nosso posto. No Brasil, os políticos ladrões do dinheiro públicos são muitos; na terra descoberta por Pedro Alvares Cabral, segundo a falsa e fajuta História do Brasil, os ratos e urubus da política que infestam o Congresso Nacional assombram; eles fazem o solo brasileiro estremecer e chorar. E a Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o envolvimento do governo federal no combate à pandemia provocada pelo coronavírus foi instalada. Não há motivos para se contestar a instalação dessa CPI, posto que vivemos em uma democracia representativa e participativa, e não em Cuba, na China, na Venezuela, na Coreia do Norte, ou em outra ditadura marxista-leninista-stalinista qualquer. Porém, para ser membro de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar, dentre outras coisas, a má aplicação e desvios dos recursos públicos, a compra de vacinas, a negligência e ações do governo etc, não pode ser um parlamentar qualquer; não pode ser um parlamentar com um passado sujo e vergonhoso e com mais de uma dezena de processos (todos arquivados no STF, para assombro dos brasileiros) nas costas. É o caso do senador alagoano Renan Calheiros (relator). Armaram uma CPI contra Bolsonaro; armaram uma CPI na esperança de encontrar provas para o pedido de impeachment do presidente. Mas, pelos resultados pífios obtidos até agora, acredita-se que o barco da CPI da Covid - 19 naufragou bem antes de sair do porto. Com o senador Renan Calheiros (com um passado sujo e vergonhoso, com mais de uma dezena de processos arquivados no STF) como relator, o barco da CPI já começou com água entrando no casco. Nela, só acreditam os esquerdistas criminosos, a porca imprensa a serviço da bandidagem política e a mídia canalha e comparsa do pior que se tem na política. O assombroso COMBOIO DE MOTOS ( MOTOCIATA) realizado na cidade do Rio de Janeiros, no último domingo, deixou a mídia esquerdista vagabunda e a porca imprensa marxista-leninista-stalinista de queixo caído. Perceberam que de nada adiantou a instalação de uma CPI a serviço de um congresso abarrotado de ratos e urubus; a serviço de um sistema político e judiciário comprometidos com os ladrões do dinheiro público. Pelo visto, o país caminha para um grande levante das massas descontentes (formadas por patriotas e trabalhadores de bem) com o STF e o Congresso Nacional, sem precedentes na história da política brasileira. “O povo, como aliás muitas outras coisas, tem o seu lado bom e o seu lado mau, ao mesmo tempo ele é útil e perigoso”. Você dúvida? Para você refletir.
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