Coluna Jorge Barros: Ministro Luís Roberto Barroso do STF: no Brasil, eleição não se ganha, se toma.

Abrindo esta seção, afirma-se categoricamente: O erro gramatical “eleição não se ganha, se toma” é do próprio ministro. Durante as discussões sobre a PEC 135/19, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que trata de mudanças no processo eleitoral já para este ano, o Sr. Ministro Luiz Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (alcunhado de Boca de Veludo), deslocou-se de sua cadeira de marfim com almofada de cetim, e foi até a Câmara dos Deputados guerrear contra essa PEC (projeto de emenda constitucional). A mudança no sistema de apuração dos votos propõe o voto impresso e auditável em todas as urnas. Barroso venceu, a falta de transparência venceu. A PEC foi arquivada. Barroso venceu porque dezenas e dezenas de deputados ratos-gatunos-ladrões (a trilogia foi assim estabelecida de propósito) do dinheiro público têm processos e mais processos pendentes no STF. O toma lá dá cá entre o STF e a Câmara dos Deputados triunfou; como tem triunfado em relação a outros crimes. No Brasil Central, o crime compensa. Por que o medo do voto impresso e auditável? O eleitor tem ou não o direito de saber pra quem o seu voto foi direcionado? As urnas eletrônicas no Brasil ainda são confiáveis, mesmo depois de tantas denúncias de violação de urnas e invasões de hackers no sistema de apuração dos votos do próprio TSE? Só o Brasil, Bangladesh e o Butão são os únicos países que adotam urnas eletrônicas sem registros em papel. No Brasil, desde 1996 as urnas eletrônicas reinam por completo. E, de lá para cá, avanços tecnológicos foram inseridos em milhares de softwares para se garantir tranquilidade e segurança a seus usuários. Só as urnas eletrônicas no Brasil são 100% seguras? Estranho! A polícia federal, a pedido do próprio TSE, concluiu que no mês de abril de 2018, um racker (vírus do mal) invadiu tranquilamente esse sistema. E agora? O Sr. Luiz Roberto Barroso declara que no Brasil, eleição não se ganha, se toma. Urnas fraudadas garantem esse crime. Faça você mesmo uma busca na internet para ouvir essa declaração nazifascista dele. Chegou a hora de um grande levante, a começar por uma grande pressão sobre Forças Armadas para que vigiem de perto, bem de perto, os bandidos e os ladrões de votos e da democracia, que já estão em ação para as eleições deste ano. E para você, esquerdista verme e sem cérebro, que tem horror a expressão “As Forças Armadas”, explique em seus comentários por que nos países comunistas (Cuba, China, Coreia do Norte, Venezuela e tantos outros) quem os comandam são os generais assassinos e genocidas, a serviço da ideologia vermelha também assassina e genocida, e não filósofos, professores, poetas, economistas, intelectuais, cientistas e homens e mulheres do povo. Depois da declaração nazifascista de Luiz Carlos Barroso, você ainda pretende ir às ruas para gritar feito um bode roco e fedorento: Bolsonaro Fascista! Bolsonaro Nazista! Bolsonaro Genocida!? TODOS, TODOS À LUTA CONTRA A ESQUERDA BANDIDA E CRIMINOSA QUE TENTA VOLTAR AO PALÁCIO DO PLANALTO, EM OUTUBRO DESTE ANO! Em outubro, continue com sua bandeira verde e amarela, e não a abandone jamais! Lute até as últimas consequências para que ela jamais seja vermelha! Professor Jorge Barro
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