Como a cultura woke destruiu o live-action Branca de Neve
30/4

Os estúdios da Disney estão em Hollywood; e Wollyood não é mais a mesma. No passado, ela era a meca do cinema mundial, da cidade dos sonhos e da fama. De lá para cá, o cinema que era visto como uma fonte de entretenimento e, às vezes, como fórmula escapista para muitos problemas do cotidiano, tornou-se em discursos vazios, agendas políticas, discursos progressistas, bandeiras identitárias forçadas, fórmulas decadentes e em estéticas cinematográficas desprovidas da verdadeira arte de significados plausíveis. A maldição da nova ordem mundial destruiu Hollywood. Quem diria! Comandada por magnatas ávidos por bilhões de dólares nas contas bancárias dos estúdios, ela mergulhou fundo na cultura Woke, para nós, a cultura da lacração. Cultura Woke significa cultura aberta a todas as tendências pós-modernas; mas deixando de lado a essência e o valor da arte e o seu significado na formação do homem e na construção de uma sociedade democrática. Nessa cultura, os valores judaico-cristãos podem ser destruídos sem nenhum peso na consciência, a constituição biológica do indivíduo pode ser degenerada, desvio de conduta é aplaudido sem nenhum questionamento, pautas identitárias podem ser impostas sem contestação, ideologias de esquerda (ainda que falsas e criminosas) devem ser a tônica de uma obra de arte, a desconstrução do pensamento lógico e intuitivo não é crime etc. Os estúdios da Disney embarcaram nesse Titanic do Século 21 e as consequências são desastrosas. A sua última façanha foi o live-action Branca de Neve. Live-action, na linguagem cinematográfica, significa releitura de um clássico do desenho animado, mas com personagens reais. Assim a Disney o fez com o desenho animado Branca de Neve e os sete anões, de 1937. Filme este que construiu a identidade desse conglomerado de estúdios de cinema. Esse novo filme da Disney é uma produção tão ordinária e desprovida de qualquer caráter artístico-cultural de valor, que será preciso outra coluna para expor a sucessão de erros cinematográficos contida nele e a negação do que fora construído há exatos 88 anos. Aqui, de antemão, fica exposto que esse filme foi (e continua sendo) um redundante fracasso de bilheteria e crítica. E se você ainda não o assistiu, não perca o seu precioso tempo. Não vá ao cinema para vê-lo; e quando ele for exibido em alguma plataforma de streaming, cancele-o. Ver-nos-emos no próximo comentário sobre esse live-action ruim e fracassado. Professor Jorge Barros.
Deixe um comentário:
Notícias Católicas Dinheiro extorquido de adolescente e bicicleta elétrica são recuperados em Vitória da Conquista
Notícias Católicas Mesmo com apoio de Zé Cocá a Flávio Bolsonaro, Lula amplia vantagem eleitoral em Jequié
Notícias Católicas Guarda Civil Municipal de Jequié recebe equipamentos para capacitação e 10 revólveres doados pela GCM de Salvador
Veja também
Notícias Católicas Homem é conduzido à delegacia por suspeita de crime eleitoral no Entroncamento de Jaguaquara
Notícias Católicas 19º BPM apreende drogas, munições e rádios comunicadores no bairro Bela Vista, em Jequié
Notícias Católicas Sindicato dos Rodoviários atrasou saída de ônibus com adesivaço partidário proibido pela lei
Notícias Católicas Mutirão de exames de PSA atende cerca de 250 homens em Itagi
Notícias Católicas Lula é reeleito presidente com vantagem no Nordeste; Flávio liderou no Sul e Centro-Oeste
Notícias Católicas 93ª CIPM prende homem suspeito de tentativa de homicídio em Itiruçu
















