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Família de Márcio Ribeiro cobra justiça e questiona ausência de prisão de suspeita em Jequié

10/6 Família de Márcio Ribeiro cobra justiça e questiona ausência de prisão de suspeita em Jequié

A família do lavador de carros Márcio Ribeiro voltou a cobrar uma resposta da Justiça sobre o caso que resultou em sua morte. Segundo parentes da vítima, a principal suspeita do crime continua em liberdade, fato que tem gerado indignação e sensação de impunidade entre familiares e amigos.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, na última semana agentes da Guarda Civil Municipal de Jequié abordaram Sirleide Ferreira Nascimento, apontada pela família como principal suspeita do homicídio. A mulher, que é usuária de drogas e costuma circular pelas ruas da região central da cidade, teria sido conduzida à Delegacia Territorial após a abordagem.

Ainda segundo as informações apuradas, a suspeita foi liberada por não existir, até o momento, mandado de prisão expedido pela Justiça em seu desfavor. O caso segue sob análise do Poder Judiciário.

Familiares de Márcio Ribeiro afirmam que aguardam o avanço das investigações e a adoção das medidas legais cabíveis. Eles defendem que os responsáveis pelo crime sejam identificados e punidos conforme determina a lei.

O caso continua sendo acompanhado pelas autoridades competentes. Até o momento, não há informações sobre eventual decretação de prisão relacionada ao inquérito.

A reportagem mantém espaço aberto para manifestações da Polícia Civil, do Ministério Público e da defesa da pessoa citada.

Márcio trabalhava em um lava a jato Titan, localizado nas proximidades da empresa Frijel, na região central da cidade, e havia sido vítima de uma tentativa de homicídio que agora passa a ser investigada diante do desfecho do caso.

Segundo informações apuradas, o crime teria ocorrido em 29 de março de 2026 após um desentendimento entre a vítima e uma mulher que frequentava a região. Testemunhas relataram que Márcio teria pedido que ela deixasse o local de trabalho, momento em que a situação evoluiu para agressão.

Conforme os relatos, a suspeita teria utilizado um líquido inflamável semelhante a thinner e, com ajuda de outra pessoa, ateado fogo na vítima. Marcio morreu dias depois por causa da gravidade das quimaduras, no HGE.

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