Festival do Orgulho LGBTQIA+ aposta nas artes para conscientizar
07/6

Pelo segundo ano consecutivo o Festival do Orgulho LGBTQIA+, movimentou a cena artística de Maracás, se confirmando com o mais importante evento local para celebrar a diversidade por meio da arte. No sábado (03), o palco do Auditório Municipal Ivonete Dias foi colorido com as cores da bandeira LGBTQIA+ e se tornou um lugar de resistência, onde os artistas locais e convidados usaram a música, o teatro e a dança para provocar importantes reflexões sobre questões como respeito, acolhimento e as lutas e conquistas das pessoas LGBTQIA+.
Colaboradores da Largo e representantes da empresa como a diretora de Finanças e Administração, Dayse Guelman, o gerente de RH Administração, Ronaldo Souza, e Coordenadora de Comunicação, Natália Leoni, prestigiaram os espetáculos. É um orgulho para a Largo promover um evento que trata de um tema tão importante. Agradeço a todos os artistas que fizeram esse trabalho tão inspirador”, disse a diretora ao final dos espetáculos. “Esse é mais que um festival. É o compromisso da Largo na promoção de um mundo onde as pessoas possam ser quem elas realmente são em um ambiente de respeito e acolhimento”, completou Natália. O Festival faz parte da campanha que a empresa desenvolve anualmente no mês do Orgulho LGBTQIA+ e que este ano tem como tema Abraçar o plural é nosso compromisso. Noite colorida A impactante abertura ficou por conta da intervenção musical da percussionista Nanny Santos e do multiartista Veko Araújo que, dentre outros trabalhos, integram a Banda Cortejo Afro. Entreamado de canções e textos o espetáculo deu a “deixa” para colorir o palco com as cores da bandeira LGBTQIA+ e abrir espaço para as apresentações dos grupos de teatro e dança locais. A arte local, aliás, já estava brilhando no palco, no cenário pinturas e grafites idealizados por Dell Pires e Suzana Fernanda, ambos artistas que desenvolvem juntos trabalhos com arte e cultura há mais de 10 anos em Maracás, vencedores do edital na categoria artes plásticas. “O festival foi uma grande oportunidade para nós e fizemos um trabalho de acordo com o tema. A repercussão foi excelente e reafirmou nossa intenção de contribuir com arte para reduzir os preconceitos”, afirma Dell Pires. As telas do cenário estão à venda na internet e, caso não sejam vendidas, serão recicladas e darão vida a espetáculos de teatro de rua, outra atividade dos artistas. “O conceito de sustentabilidade está na raiz de nosso trabalho”, completa o artista. Após a abertura, o palco foi invadido pelo humor e irreverência dos atores Edi Wilkison e Feu Macedo que protagonizaram a peça “Creme de la Creme: o melhor dos melhores!”, concepção e direção de Jorge Spínola. Recheada de críticas, a peça divertiu, mas trouxe à tona questões importantes relacionadas ao preconceito e lembrou momentos marcantes da luta da população LGBTQIA+ ´por direitos. “É nosso segundo ano no Festival e termos os artista locais como protagonistas de um festival desse porte representa uma oportunidade única”, avalia Spínola. Em seguida foi a vez da dança colorir ainda mais o espaço com coreografias que contaram histórias de acolhimento e respeito e que foram aplaudidas de pé pelo público. “É muito importante e essencial a presença da sociedade em eventos como este, principalmente nós que defendemos o direito que todos têm de amar ao outro, seja quem for. Participar desse momento junto com outros artistas me fez acreditar ainda mais no poder de transformação que a arte possibilita. Chegar até pessoas e falar sobre o amor e o acolhimento nos deixou muito satisfeitos”, comemora coreógrafo responsável pelo projeto Renato Franco. Encerrando as apresentações artísticas, o público teve a oportunidade de conferir a premiada peça Das ‘coisa’ dessa vida …”. Em cena, a personagem Nalde (Ricardo Fagundes ) compartilhou com o público suas histórias de dores e repressão, enquanto se arrumava para uma performance, preparada para o ídolo que estava para chegar. Mais inclusão O Festival do Orgulho também movimentou a economia local, gerando renda. A confecção de camisas do “Orgulho LGBTQIA+” proporcionou, apenas com esse pedido, o incremento de 16% na renda mensal de 29 famílias de costureiras, no mês de maio/2023, devido à política de compras locais da Largo. Elas fazem parte de grupos de Corte e Costura, por meio de dois ateliês comunitários instalados na zona rural do município de Maracás, denominados de Pindoba (comunidade da Pindobeira) e SerrAmada (comunidade de Pé de Serra). Outra novidade deste ano foi a Feira da Diversidade que movimentou a entrada do Teatro com barracas onde foram comercializados produtos locais como licores, bolsas outros confeccionados com o tema LGBTQIA+, produtos alimentícios e peças artesanato.Deixe um comentário:
Notícias Católicas PGR recebe pedido de afastamento de secretário de Jerônimo por suposto envolvimento em esquema com Banco Master
Notícias Católicas Master pagou R$ 33 milhões a ex-diretora de Gilmar, diz PF
Notícias Católicas Ipiaú: Corpo de adolescente desaparecido no Rio das Contas é encontrado por pescadores
Veja também
Notícias Católicas Gutinha solicita ambulância nova para transporte de pacientes em tratamento
Notícias Católicas Prefeitura de Jequié avança com etapa de conclusão da Lagoa do Derba
Notícias Católicas Vagas de empregos no SineBahia
Notícias Católicas Sindicombustíveis Bahia alerta para novo aumento dos combustíveis no Estado
Notícias Católicas Líder do União Brasil repudia ilações e perseguição política contra ACM Neto a 17 dias da eleição: “não vão calar a voz de mudança do povo baiano
Notícias Católicas Canteiro de obras da BA-549, que liga a BR-330 a Apuarema, começa a sair do papel
















