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O que se sabe sobre a execução do policial militar Glauber dos Santos no Nordeste de Amaralina

04/2 O que se sabe sobre a execução do policial militar Glauber dos Santos no Nordeste de Amaralina

A morte do cabo da Polícia Militar Glauber Rosa dos Santos, de 42 anos, elevou novamente o nível de tensão no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, uma das áreas mais sensíveis do ponto de vista da segurança pública na capital baiana.

O policial foi baleado com um tiro de fuzil na cabeça durante um confronto armado na madrugada de terça-feira (3), não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois no Hospital Geral do Estado (HGE). A seguir, o que já foi apurado até o momento pelas autoridades e confirmado por fontes da segurança.

O confronto ocorreu na entrada do bairro Vale das Pedrinhas, área que integra o Complexo do Nordeste de Amaralina. O cabo Glauber participava de uma incursão policial para averiguar movimentações de traficantes quando a guarnição foi recebida a tiros. Durante a troca de disparos, ele acabou sendo atingido na cabeça por um projétil de fuzil, calibre de uso restrito.

Gravemente ferido, o PM foi socorrido imediatamente e levado ao HGE, onde passou por procedimento cirúrgico. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu e teve a morte confirmada na manhã do mesmo dia.

Quem era o policial morto

Natural de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia, Glauber Rosa dos Santos ingressou na Polícia Militar em 2009 e estava lotado no 30º Batalhão, unidade responsável pelo policiamento no Nordeste de Amaralina. Com 17 anos de corporação, era considerado experiente na atuação em áreas de alta complexidade.

Fora da farda, também trabalhava como mecânico. Glauber deixa esposa e dois filhos: uma menina de 8 anos, que havia completado aniversário no dia anterior ao crime, e um menino de cerca de 4 anos. Colegas de trabalho relatam que ele era visto como um policial dedicado e discreto, com bom relacionamento dentro da tropa.

BNEWS

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